Apresentada quadrilha de falsificadores de dinheiro no Maranhão
Marcone de Jesus Santos Verde, 34, morador do bairro Coheb (São Luís); Manoel Batista Silva, 42, residente no Filipinho (São Luís); Júlio César Peixoto Amorim, 49, ex-vereador, morador do bairro João Castelo (Pinheiro) e Carlos Américo Ferreira, 58, morador do bairro Sete (Pinheiro) foram apresentados, no final da manhã de ontem, à Superintendência de Polícia Civil do Interior, na Vila Palmeira. Eles foram autuados em flagrante, no último domingo, em Pinheiro, acusados de derrame de dinheiro falso naquela cidade.
Com os acusados foi encontrada a quantia de R$ 20.200, em cédulas falsas de R$ 100, R$ 50, R$ 10, R$ 5 e R$ 2. Os policiais militares receberam uma denúncia anônima de que alguns homens estariam de posse de boa quantidade de dinheiro falso.
Todos foram detidos em um hotel de Pinheiro e em seguida levados à delegacia da cidade. Em depoimento, negaram que tenham qualquer envolvimento com o derrame de dinheiro falso.
Manoel, que disse ser empresário do ramo de confecções, estaria na cidade a negócios, onde teria vendido peças de roupas a um comerciante chamado Antônio Melo e que este teria pagado a mercadoria no valor de R$ 20 mil.
Manoel contou que efetuou a transação na noite do último sábado, acompanhado do amigo Marcone e que não percebeu que se tratava de dinheiro falso.
Após a negociação, se dirigiram ao hotel onde pernoitaram e deixaram o dinheiro, dentro de um saco, embaixo de um dos colchões.
EX-PARLAMENTAR ENVOLVIDO
O ex-verador Júlio César disse que conhece os demais acusados e que foi convidado por eles para conversar e tomar algumas cervejas, no hotel.
Segundo o superintendente de polícia civil do interior, delegado Joviano Furtado, os acusados ficarão detidos na Polícia Civil e ficarão à disposição da Justiça e da Polícia Federal, encarregada de investigar crimes de falsificação de moeda.
“Ainda não temos os detalhes de como eles agiam. O que temos de concreto são as cédulas, de numeração igual, falsificadas que serão submetidas à perícia. A Polícia Federal deverá investigar isso. Eles foram autuados no Artigo 289 que prevê de três a 12 anos de prisão”, comentou.
Fonte: O Imparcial
Repórter: ADALBERTO JÚNIOR
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